Curiosidades | NewPet

Diferenças entre Cães e Gatos

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São os animais de estimação mais comuns. Por isso, as comparações entre eles são inevitáveis!

Já sabemos que um ladra, o outro mia! Um morde e o outro arranha! 

Descubram mais algumas das características que os distinguem.


 

Independência

A maioria dos cães é bastante submissa aos seus donos. Gosta da sua atenção e demonstra carinho com extrema facilidade.

Já os gatos, apesar de reconhecerem os seus donos, são mais independentes e não demonstram o seu afeto tão prontamente, só se estiverem bem dispostos! 


 

Habilidades

Ambos têm boas capacidades físicas para a caça.

Os cães destacam-se pela capacidade de procura e busca. Têm excelente olfato e audição que os permite ser exímios perseguidores da sua presa ou na busca de salvamento.

Os gatos possuem visão noturna, boa audição e bom olfato. São velozes, com grande flexiblidade e capacidade para correr e saltar.


 

Treino

Ambas as espécies podem ser treinadas.

Os cães são treinados com mais facilidade. Aprendem facilmente comandos como sentardeitar ou dar a pata

Também é possível treinarmos gatos. Devemos usar como método de treino o reforço positivo, pois os gatos são muito sensíveis a serem punidos.


 

Alimentação

Os cães são carnívoros. Precisam de carne para viver mas também comem vegetais. Conseguem resistir ao jejum, usando as suas reservas, e são muito gulosos, comem sempre que tiverem comida.

Os gatos já são apenas carnívoros. Comer carne é essencial para a sua vida. Ficar em jejum pode colocar a sua vida em risco e só comem quando têm fome.


 

Períodos de Atividade

Os cães preferem dormir durante a noite, já os gatos gostam de dormir durante o dia.

O gato tem hábitos mais noturnos, devido à sua natureza felina. O seu momento de caçar é a noite. Mesmo um gato doméstico , apesar de não ter a necessidade de caçar, fica mais ativo nos períodos noturnos.


 

Higiene

Um cão não tem grandes preocupações de higiene e adora sujar-se. Basta soltarmos o nosso cão ao fim do banho no jardim para ver o prazer que tem em sujar-se de imediato! 

Já os gatos, são criaturas extremamente limpas. Cuidam de si diariamente lambendo-se, removendo desta forma os pelos mortos e parasitas.

Bruna Fernandes
NewPet Team

Profissões para Cães

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Há quem defenda que os cães se sentem mais felizes tendo um trabalho, um objetivo que lhes dê sentimento de utilidade.

O Pastor Alemão, o Golden Retriever e o Border Collie são exemplos de raças inteligentes e com grande aptidão a desempenhar uma determinada função. 

Descubram algumas das profissões mais comuns desempenhadas por estes nossos amiguinhos.


 

Farejador

Pelo facto de terem um olfato apurado, os cães podem ser treinados para detetar substâncias ilegais, explosivos ou sangue.

Também existem cães que conseguem detetar problemas de saúde, como cancro ou níveis de açúcar muito baixos.


 

Guarda | Polícia

Quando um cão é bem treinado, é um ótimo aliado para a polícia, ou mesmo para guardar a nossa casa de pessoas estranhas e possíveis assaltos.

Mas tendo um cão em nossa casa para nos proteger, é essencial que seja bem treinado. Caso contrário, teremos em casa um cão cheio de energia e difícil de controlar.

      


 

Atleta

Existem provas nas quais os nossos cães podem demonstrar as suas competências.

Nas provas de agility, os cães mostram as suas habilidades, passando por vários obstáculos no menor tempo possível.

Este é um ótimo hobby para quem gosta e o cão agradece o tempo passado juntos.


 

Miss 

Também existem provas que não exigem esforço físico, mas que valorizam os atributos físicos dos patudos.

O objetivo é escolher o cão mais bonito tendo em conta as características da sua raça.

       

 

Ator

Os cães há muito que têm dado cartas na área da representação. O primeiro cão ator com reconhecimento mundial foi o Rin-Tin-Tin, que nos anos 20 e 30 se tornou numa estrela de cinema.

Depois dele, houve vários patudos com destaque em filmes e séries. Quem nunca viu Bethoven, o São Bernardo mais fofinho ou o Rex, o cão polícia, que resolvia crimes com uma pata atrás das costas! 


 

Cuidador

Existem trabalhos para cães com um lado humanitário muito grande e se tornam essenciais para os seus donos.

Temos os cães-guias que acabam por ser os olhos dos seus donos. E existem aqueles que são a companhia de pessoas com epilepsia e estão treinados para os ajudar em caso de necessidade.

     


 

  

Terapeuta

A zooterapia é uma abordagem de terapia cada vez mais comum, servindo de assistência médica. Consiste em treinar os cães e torná-los aptos a acompanhar pessoas com cancro, em fase terminal, com tendências suicidas e depressivas, crianças com autismo ou mesmo velhinhos.

A única função do cão é fazer com que as pessoas se sintam melhor, tendo que ser um cão calmo e gostar de receber muito carinho.


 

Pastor

É uma função muito comum para algumas raças de cães, que consiste em levar o gado de um lado para o outro e de o reunir. O cão não precisa de treino específico, pois já nasce com esta aptidão.

Como o nome indica, os cães pastores, como o Pastor Alemão, Inglês e Australiano são ótimas raças para esta função. Também o Border Collie é uma das raças preferidas para pastoreio.

      

 


 

  

Caçador

Os cães são também usados como companheiros de caça dos seus donos, tendo a função de ir buscar as presas já abatidas.

Eles são treinados a levar a presa ao seu dono sem cair na tentação de a comer antes. 

As raças mais utilizadas para a caça são os Hounds, Beagles, Terriers e raças semelhantes.

 


 

Um cão com uma profissão é um cão feliz! 

Bruna Fernandes
NewPet Team

Maine Coon

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É uma raça apelidada por “gigante gentil” ou “gato-cão”.

Isto porque tanto as suas características físicas como comportamentais se assemelham às dos cães.

Conheçam melhor o Maine Coon: desde o mito por detrás do seu aparecimento aos cuidados a ter regularmente.



Proveniência 

Apesar de ser biologicamente impossível, a lenda diz que o Maine Coon surgiu no cruzamento entre um gato e um guaxinim.

Esta ideia surge pelo facto desta raça ter semelhanças com o guaxinim, pois têm uma cauda peluda muito parecida.

Aliás, o seu nome vem da conjugação da região onde a raça foi reconhecida – no estado Norte Americano Maine – e do facto das semelhanças com o guaxinim – Raccoon em Inglês.

Aqui, no estado do Maine, estes gatos tornaram-se muito queridos pela sua habilidade para caçar ratos e também por tolerarem bem o frio e as baixas temperaturas.

A raça Maine Coon foi então reconhecida na década de 50.

Tendo um porte muito semelhante ao de um cão, este gato mostrou também ser uma ótima opção para ser gato de companhia.



Características

Tamanho:

São gatos extremamente grandes, podendo chegar a medir entre 25 e 41 cm.

Como têm uma cauda extremamente grande, contando com ela, o Main Coon pode mesmo chegar a 1 metro de comprido.

Em consequência também são pesados, chegando a pesar de 4 Kg a 11 kg.

Pelagem:

É um gato com o pelo bastante comprido. sendo a sua pelagem lisa e geralmente macia.

Aliás, esta é uma das características mais marcantes dos Maine Coon: a sua grande densidade de pelo.

A cor de pelo mais comum é o castanho, mas os Maine Coon também podem ser cinzentos, brancos ou mesmo tricolores.

Gatos com a cor branca são os mais adorados pelos amantes desta raça.

Esperança média de vida:

Os Maine Coon têm uma esperança média de vida entre os 9 e os 15 anos.



Comportamento

Os Main Coon são bons gatos de família. São calmos e sociáveis, dando-se bem numa família numerosa com crianças, outros gatos ou mesmo cães.

Têm uma grande capacidade de aprendizagem e são treinados com facilidade, aprendendo truques rapidamente.

Contrariamente à maioria dos outros gatos, normalmente os Maine Coon adoram água e até a neve.

Por isso, na hora do banho, não teremos grandes problemas!

Até podemos fazer brincadeiras com eles dentro de água, que eles vão-se divertir imenso.

O gato Maine Coon é também conhecido pelo seu famoso miar, onde parece que está a falar com os seus donos.

Sendo um gato ativo, independente e que gosta de brincadeiras, uma casa com espaço exterior é o lar ideal para estes nossos amiguinhos.

Mesmo assim, é um gato que se adapta bem a um espaço fechado, como um apartamento, desde que lhe proporcionemos momentos de atividade e entretenimento.



Saúde

De uma forma geral, os Main Coon são gatos saudáveis.

Mas existem algumas doenças que são mais comuns nesta raça às quais devemos ter especial atenção.

Os cuidados regulares que devemos ter estão principalmente relacionados com as características da raça.

Excesso de peso:

Este é um gato de grande porte, logo os cuidados com o aumento de peso devem estar sempre presentes na vida do nosso Maine Coon.

Dar a dose recomendada é importante e escolher uma ração que ajude manter o peso também. Principalmente se tivermos um gato esterelizado.

Displasia:

Esta raça pode sofrer de displasia da anca, por isso é importante que tenhamos atenção às suas articulações e também ao peso do nosso gato.

Problemas de coração:

A cardiomiopatia hipertrófica felina é uma doença comum em gatos Maine Coon e acredita-se que seja adquirida de forma hereditária.

É importante informarmo-nos com o nosso veterinário, verificarmos se o nosso gato tem esta condição e qual a melhor forma de ajudar o nosso amiguinho.

Problemas Musculares:

A atrofia muscular espinhal é outra doença hereditária à qual devemos estar atentos, se somos donos de um Maine Coon.

Caso o nosso gato tenha este problema, normalmente começamos a ver sintomas aos 4 meses de idade, que resultam em atrofia e fraqueza muscular. Neste caso, a esperança média de vida do nosso amiguinho diminui consideravelmente.

Outros cuidados que devemos ter com estes nossos patudos:

  • Com uma pelagem densa e comprida, é essencial que tenhamos cuidados constantes com o pelo do Maine Coon. Ter esta rotina vai fazer com que o pelo do nosso gato se mantenha limpo e sem nós.
  • Tendo um gato muito peludo como o Maine Coon, devemos prevenir os problemas que possam ter com as bolas de pelo.
  • Caso o nosso gato passe grande parte do dia fechado, é importante que lhe demos brinquedos e arranhadores com os quais o nosso amiguinho se consiga entreter.

 

Bruna Fernandes
NewPet Team

Cão Rafeiro

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Não é uma raça, mas é a nossa ‘raça do mês’. 

Sendo que é em Dezembro o dia deles, conheçam melhor estes patudos que muitos de nós tem em casa.

Saibam porque apareceu o termo rafeiro e os cuidados básicos a ter com estes nossos amiguinhos



Proveniência

Diz-se que o cão é proveniente do lobo e que a sua domesticação aconteceu há milhares de anos, devido a estas 3 principais razões: o pastoreio, a caça e a proteção.

Mas só pelo século XIX é que apareceu o conceito de raça.
O aspeto do cão começou a ser mais valorizado e, após ter ocorrido a primeira exposição canina em 1859, apareceram os primeiros clubes caninos.
São os clubes que determinam quando um animal pertence a uma determinada raça e escolhe as características que são comuns.

Começou então a chamar-se de cão rafeiro àqueles que não pertencem a nenhuma raça.



Características

Sendo que um cão rafeiro pode ter uma proveniência desconhecida, não tem características que o definam.

Por norma, se conhecermos os progenitores, é comum que o nosso rafeiro herde o carácter e feitio da mãe.

Existem rafeiros cães pequenos e grandes, peludos ou de pelo curto, mais energéticos ou que gostam de passar o tempo deitados no sofá.

O importante é que escolhamos um rafeirinho com características com as quais nos identifiquemos e que se adeque ao nosso estilo de vida.



Comportamento

Enquanto que para cães de uma determinada raça o seu comportamento é uma das suas características conhecidas, já nos cães rafeiros determinar o seu comportamento é mais complicado, dependendo até mais do meio onde cresce do que da sua genética.

No caso de conhecermos os pais do nosso cão rafeiro, é expectável que ele tenha o carácter e feitio da mãe.

Um crescimento sem situações traumatizantes também influencia o nosso cão.

Um crescimento feliz faz com que o nosso rafeiro se torne num cão meigo e sociável e com maior aptidão para aprender. 



Saúde

Sendo o nosso cão um rafeirinho, não existem cuidados particulares que devamos ter com mais atenção.

Aliás, acredita-se que os cães rafeiros têm menos problemas de saúde que os cães de raça. Isto porque como não se faz criação entre rafeiros nem há a preocupação em manter as características, os problemas que passam geneticamente nos cães de raça não existem aqui.

Mas, como com todos os nossos animais domésticos, existem cuidados básicos que não devemos esquecer.

Banhos:
Devemos manter o nosso cão sempre limpo, dando-lhes banho, mas não devemos abusar na frequência dos banhos.
Se o nosso cão até costuma ficar em casa, não devemos dar banhos mais que uma vez por mês.

Escovagem:
A escovagem também é essencial, principalmente para os mais peludos.
Assim vão ficar com o pelo e a pele sem sujidade, ficando com pelo brilhante e saudável.
No tempo frio podemos optar por toalhetes e luvas para os limparmos a seco e não terem que se molhar.

Vacinação:
É também importante que o nosso rafeiro tenha sempre as vacinas em dia.

Desparasitação:
Principalmente se o nosso rafeiro gosta de brincar ao ar livre.
Desta forma, estamos a prevenir de doenças desnecessárias.

Atividade Física:
Não devemos descuidar do exercício físico do nosso animal.
Tal como em nós, a atividade física deixa-os mais felizes, relaxados e mais tranquilos em casa, fazendo com que as asneiras dentro de casa sejam menores e que se tornem mais dóceis e mais ligados aos seus donos.

Bruna Fernandes
NewPet Team

Bulldog Francês

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É uma raça bastante popular e querida, principalmente para quem vive em apartamentos.

Quando chegados à família, passam a ser a alegria lá de casa.

Se têm curiosidade sobre o Bulldog Francês, descubram como esta raça apareceu e que cuidados especiais de saúde são necessários para manter saudáveis estes patudos brincalhões.


Proveniência

O primeiro clube da raça Bulldog Francês apareceu no final do século XIX, sendo anos mais tarde reconhecida oficialmente como raça, em França.

Antes do seu aparecimento, existia apenas um tamanho de Bulldogs na Grã-Bretanha, sendo os exemplares mais pequenos rejeitados. Essa variação mais pequena de Bulldogs teve uma maior aceitação em França onde, a partir de diferentes cruzamentos com outras raças mais pequenas, acabaram por se tornar populares.

Antes de se tornarem numa raça de companhia, eram usados como iscos para touros, em desportos sangrentos.

Tornaram-se bastante populares, também em Inglaterra, quando apareceram em pinturas de DegasToulouse-Lautrec.


Características

Tamanho

São cães de tamanho médio.

Medem entre 25 a 35 cm e pesam de 8 a 14 kg, sejam machos ou fêmeas.

Pelagem

Têm um pelo muito curto, sendo normalmente brilhante e macio.

Quanto à cor, existem Bulldogs de várias cores: o preto, o dourado e duas cores – preto e branco – são os exemplares mais encontrados.

Esperança média de vida

Um Bulldog Francês vive em média entre 10 a 12 anos.


Comportamento

É por natureza uma raça de companhia. São alegres, companheiros, brincalhões e procuram sempre o afeto e a atenção de toda a família. Um Bulldog Francês é um ótimo cão para quem tem crianças.

Tal como os cães de raças com focinho achatado, o Bulldog Francês costuma roncar bastante, sendo uma das suas características mais marcantes.

Em contrapartida, ladram muito pouco, o que acaba por ser uma vantagem para quem vive em apartamentos.

Apesar de ser um cão brincalhão e de ter picos de energia durante o dia, a verdade é que esta é uma raça que não necessita de muita atividade física.

Para treinar um Bulldog Francês é preciso uma boa dose de paciência e perserverância pois, apesar de inteligente, esta raça é ainda mais teimosa.

Algo que nunca devemos fazer com o nosso Bulldog Francês é tentar nadar. A maioria destes cães não o consegue fazer. Devido à anatomia do seu corpo – cabeça muito pesada e desproporcional ao corpo – e aos problemas respiratórios comuns a esta raça devemos ter uma atenção redobrada num passeio à beira mar, rio ou piscina.


Saúde

O Bulldog Francês é uma raça braquicefálica o que significa que têm o focinho achatado: possuem um maxilar inferior normal, proporcional ao seu tamanho corporal, e um maxilar superior recuado.

Esta característica além de comprometer o seu sistema respiratório, acaba também por torná-los mais suscetíveis às temperaturas muito elevadas, pois não conseguem regular a sua temperatura corporal tão eficazmente.

Excesso de peso:
Este é um cão que tem tendência para ganhar peso, pois não gosta de muita atividade física. É, por isso, essencial que tenhamos especial atenção à sua alimentação.

Limpeza da pele:
Devemos estar atentos às suas rugas, limpando-as frequentemente. Se as limparmos com toalhitas próprias ou  com soro fisiológico e gaze evitaremos o aparecimento de alergias e infeções.

Outros cuidados a ter em atenção:

  • Não forçar o exercício físico. Um passeio de 15 minutos já pode ser exigente para esta raça pouco dada a atividades.
  • A maioria dos Bulldogs Franceses não consegue nadar, portanto devemos ter sempre atenção quando perto da água.
  • Ter atenção quando temos temperaturas acima dos 25º. O Bulldog Francês sofre facilmente de hipertermia – aumento da temperatura do corpo acima dos valores normais.
Bruna Fernandes
NewPet Team

Curiosidades sobre o gato persa

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É uma das raças de gato mais prestigiada em todo o mundo.
Destaca-se pela sua aparência chamativa, pelo longo e focinho achatado.
Vamos conhecer melhor o Persa. O gato que deve o nome ao fascinante império da antiga Pérsia.

 

Proveniência

Apesar do nome, não há indícios que o Gato Persa seja proveniente do Oriente.
Na verdade, estes gatos tornaram-se populares animais de estimação na Grã-Bretanha, havendo indícios que surgem na Europa, no século XVI.
Livros indicam que o gato Persa pertencia a um grupo de gatos conhecidos como “longhair”, não tendo anteriormente o nome de Persa.

A espécie foi evoluindo e ganhando novas caraterísticas até às que nós conhecemos nos dias de hoje.

Essa mudança vai acontecendo principalmente pela influência dos criadores desta raça.

 

Características


Tamanho

Medem entre 20 e 25 cm.

O peso dos machos varia entre 4 e 6 Kg enquanto as fêmeas pesam de 3 a 5,5 Kg.

 

Pelagem

É uma raça que apresenta uma grande variedade de cores.

Caracteriza-se por ter um pelo muito comprido e sedoso.

A manutenção da sua pelagem é muito trabalhosa devido ao seu longo pelo, formando facilmente nós.

 

Esperança média de vida

O Gato Persa tem uma esperança média de vida que varia entre os 12 e os 17 anos.

 

Comportamento

São gatos tranquilos e dão-se super bem em apartamento. Razões pelas quais o Gato Persa é das raças favoritas dos Europeus.
Gostam de estar no seu canto sem muitas brincadeiras, não precisando de muito espaço para serem felizes.
Adoram receber mimos e são conhecidos por serem muito meigos, carinhosos e inteligentes.

O Gato Persa mia muito de vez em quando e, quando acontece, fá-lo de forma baixa sem incomodar tutores nem vizinhos.

Até mesmo o Persa mais calmo e preguiçoso precisa de partir à descoberta, trepar e brincar.

Por isso, um arranhador e brinquedos são imprescindíveis para este gato de interior.

 

Saúde

Regra geral, Gatos Persas são saudáveis, tendo alguns problemas de saúde relacionados maioritariamente com as suas características físicas.
Alguns problemas de saúde destes gatos são hereditários pelo que devem ser acompanhados desde pequenos.

 

Bolas de pelo

As famosas bolas de pelo comuns nos gatos, são uma constante nesta raça, especialmente devido ao seu pelo longo.
Para que o nosso animal não fique mal ou com problemas intestinais pelo excesso de bolas de pelo, devemos tentar escová-lo todos os dias.

 

Problemas respiratórios

O nariz achatado destes gatos dificulta a sua respiração.
O Persa é mais sensível ao frio, ao calor e humidade devido ao seu focinho pequeno que, além
de prejudicar a entrada do ar, faz com que o nosso gato seja menos ativo que outras raças.

 

Rim policístico

Os rins dos Gatos Persas podem desenvolver quistos que crescem caso não sejam tratados.

Este problema pode causar insuficiência renal sendo por isso importante fazer um exame de
prevenção todo o ano.

 

Outros cuidados a ter em atenção

Os Gatos Persas têm a necessidade de uma limpeza regular dos olhos que lacrimejam e mancham o pelo.

Bruna Fernandes
NewPet Team

Vantagens dos animais de estimação nas crianças

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Para quem tem crianças pequenas em casa, decidir ter um animal doméstico pode ser um problema.

É necessário termos a consciência que será um desafio, pois o novo amiguinho lá de casa também terá rotinas e necessidades que não podemos negligenciar.

Por outro lado, os benefícios que trará junto das crianças compensam e muito.

Descubram algumas vantagens em termos animais de estimação na vida das nossas crianças!



Responsabilidade

Os animais, principalmente os cães, têm rotinas diárias que acrescem as tarefas dos seus donos.

Dar de comer, colocar água no bebedouro, passear, escovar ou lavar os dentes são algumas das tarefas que podem ser da responsabilidade das crianças, tendo sempre em conta a sua idade.

Desta forma, irão aprender a ter rotinas e a sentirem-se responsáveis por outros.



Inteligência emocional

Com um animal desde pequenos, acabam por se tornarem mais afetivas e carinhosas, preparando-as melhor para o convívio com outas pessoas.

Em alturas de mudança, como idas para o colégio ou entrada na escola, ter um animal em casa ajuda as crianças a serem menos egoístas e a terem melhor auto-estima.

Além disso, tendo animais em casa as crianças percebem melhor situações comuns como o acasalamento ou mesmo a perda de alguém próximo e querido.



Atividade física

As brincadeiras das crianças com os seus animais de estimação ou mesmo os passeios diários que eles precisam estimula à atividade física.

Desta forma, estamos a criar pessoas ativas e com uma aptidão natural para o exercício físico.



Saúde

Crianças com animais de estimação têm, por norma, um sistema imunitário mais forte. Uma das razões apontadas é o facto de terem uma maior exposição a bactérias e sujidade, tornando-as mais resistentes.

No caso de crianças com problemas de saúde graves, como o autismo, paralisias ou com Síndrome de Down, a companhia de um animal de estimação é muito vantajosa para a sua saúde, tanto física como emocional.


Apesar de trazer mais despesas e tarefas para o nosso dia-a-dia, as vantagens de ter um animal de estimação são imensas, principalmente quando temos crianças, ajudando a melhorar a qualidade de vida dos mais pequenos. E a nossa também!

Bruna Fernandes
NewPet Team